Diogo Guerreiro será homenageado pela Associação Brasileira de Windsurf
ABWS reconhece feitos, recordes e aventuras incríveis do velejador catarinense e lhe concede o título de Sócio Benemérito
Membro da organização Destino Azul, o velejador Diogo Guerreiro justifica seu sobrenome realizando feitos marcantes, difíceis e improváveis de serem bem sucedidos à uma primeira análise.
A primeira aventura incrível e realizada com sucesso por Diogo foi a navegação da costa brasileira, do Chuí ao Oiapoque a bordo de uma prancha de Windsurf. Nessa expedição, o velejador teve a companhia de Flávio Jardim, outro membro do Destino Azul e só! Nenhum apoio por terra ou por água acompanhou os aventureiros.
Um ano mais tarde, em 2006, uma travessia ainda mais perigosa e difícil, saindo da ilha oceânica de Fernando de Noronha e velejando de Windsurf por 400 km em mar aberto para chegar em Natal, pernoitando no meio do oceano e também sem nenhum suporte ou apoio de embarcações.
Depois de muito planejamento, um fato poderia colocar por terra a maior travessia sem escalas e sem suporte que se tem notícias. O companheiro do Chuí ao Oiapoque, Flávio, foi atacado por um cachorro em Noronha e não teve condições de participar da expedição.
O que já era difícil, agora se tornava uma aventura assustadora. Guerreiro partia então para a travessia Noronha - Natal numa prancha de Windsurf, pernoitando no meio do Atlântico e precisando velejar 200 km em dois dias, sozinho!
Foram 31 horas no mar para cumprir o seu objetivo! Meia barra de ceral foi o que ele conseguiu comer na travessia. Diogo mostrou amor ao esporte, dedicação e muita fibra para merecer esta menção honrosa da Associação Brasileira de Windsurf.

Chegada e festa em Natal: detalhe da ferida que se abriu no pé de Diogo









